A 13 de maio na Cova da Iria
A 13 de maio na Cova da Iria
A 13 de maio na Cova da Iria
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A 13 de maio na Cova da Iria

A 13 de maio na Cova da Iria

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A 13 de maio de 1917, no remoto lugar da Cova da Iria, perdido na Serra d’Aire, três crianças, que pastoreavam as suas ovelhas, avistam o vulto brilhante de uma Senhora.
Segundo Lúcia, a mais velha das três, era Nossa Senhora quem lhes teria aparecido nesse dia, vindo a aparecer por mais cinco ocasiões. Nessas, a Senhora pede, entre outras coisas, que todo o mundo reze pela paz. Na última aparição, o Sol roda no céu, fenómeno testemunhado por milhares de pessoas e acontecimento que reforçou a crença nas palavras dos três pastorinhos.
Qual a veracidade dos relatos das crianças? Até que ponto as condições sociais e políticas da altura contribuíram para os acontecimentos? De que forma a Igreja tirou partido da situação? E mais importante: como foi que o testemunho, singelo, de três crianças visionárias acabou por levar à construção do grande “altar do mundo” que o santuário hoje é?

​Aurélio Rosa Lopes, antropólogo e estudioso do fenómeno fatimita, dá respostas a estas e outras questões, numa análise social e antropológica, isenta e responsável, destes apaixonantes acontecimentos.

Licenciado em Antropologia Social, Mestre em Sociologia da Educação e Doutorado em Antropologia Cultural pelo ISCSP da Universidade Técnica de Lisboa.
Professor do Ensino Superior.
Investigador universitário na área da cultura tradicional, especialmente no que respeita à Antropologia do Simbólico e à problemática do Sagrado e suas representações, tem-se debruçado sobre práticas tradicionais comunitárias culturais e cultuais, nomeadamente no que concerne à religiosidade popular e suas relações sincréticas com raízes ancestrais e influências mutacionais modernas.
Investigador do IELT: Instituto de Estudos de Literatura Tradicional da Universidade
Nova de Lisboa.